quarta-feira, abril 06, 2016

A síndrome dos projetos inacabados!

São tantas ideias fervilhando na cabeça! Tantos interesses, vontade de fazer tanta coisa, que acabo com a sensação de que não saio do canto, não faço nada. Não sei por onde começar, ou no fundo até sei, mas falta coragem, falta iniciativa, falta simplesmente começar. Ou penso que começo, mas pouco depois, paro. Não dou continuidade aos projetos. Vocês conhecem essa sensação? É terrível, não é?
Talvez esse seja o mal de quem quer muita coisa. Eu quero ler cada vez mais, escrever, assistir filmes,  desenhar, cantar, tocar violão, aprender coisas novas... bordar, quem sabe. Quero fotografar, é claro... E tudo isso tenho que conciliar com o trabalho, as obrigações. Estou precisando me dedicar um tempo a me atualizar, estudar... Sem falar  no tempo para fazer alguma atividade física... Estou super sedentária e sei que isso não é nada legal. E aí também vem a necessidade de semanalmente ir comprar frutas e verduras, fazer as opções saudáveis, levar o lanche para o trabalho, fazer os exames de rotina, ir às consultas médicas... 
Sigo fazendo um pouquinho aqui, um pouquinho ali, inicio um projeto numa semana, na outra já me esqueço...Falta consistência, falta insistência...
A impressão que tenho é de que me sinto cada vez mais inspirada, mas consigo fazer menos coisas... É tanta informação que a gente recebe, são tantas referências... Às vezes sinto que absorvo sem parar mas não consigo colocar pra fora!!! 
E me pergunto: estou em busca da perfeição, será? Em busca de realização pessoal, com certeza. Na tentativa de absorver cada vez mais da vida, do conhecimento, do que estiver ao meu alcance. Mas é tanto, é tanto desejo, que em não raras vezes acabo deitada na cama, vendo o tempo passar, de manhã, em plena quarta-feira. (oi?)
Resolvi então que vou tentar organizar um pouco esses diferentes aspectos da minha vida e minhas diversas áreas de interesse através do blog. Assim vou fazendo um acompanhamento de como estou me dedicando a cada uma dessas atividades e a gente pode trocar uma ideia também. É sempre bom compartilhar (trocar) experiências. Haverá um jeito de fazer um pouco de cada coisa sempre? Ou é mesmo como um lençol curto, daqueles que cobre um canto e descobre o outro? Vamos ver...


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