domingo, março 16, 2014

Mulheres unidas jamais serão vencidas!


Dia oito de março comemoramos o dia internacional da mulher e nem tive tempo de fazer um post especial! Uma coisa que sempre observo neste dia é que a maioria dos votos de "feliz dia da mulher" e os parabéns que recebo nessa data vem de outras mulheres. Mas é isso mesmo... se nós mesmas não lembrarmos do significado desta data e do quanto merecemos um sonoro PARABÉNS quem mais vai lembrar? Precisamos realmente ser as primeiras a reconhecer o nosso valor. E isso vai muito além de um "feliz dia da mulher". Isso tem que acontecer todos os dias.
Quem nunca ouviu falar ou até mesmo concorda com a afirmação de que as mulheres são uma classe desunida? Que somos competitivas e outras coisas do tipo.... Então, que tal começarmos a provar o contrário?
Acredito que nos tornamos mais fortes à medida em que ao invés de analisarmos umas às outras procurando um defeito, passamos a estimular a autoestima e a reconhecer a verdadeira beleza, que vai muito além dos padrões que nos impõem. Que não sejamos nós as primeiras a avalizar esse tipo de cobrança que causa tanto sofrimento a todas as mulheres.
Também nos fortalecemos quando educamos nossos filhos, meninos e meninas, para construírem uma sociedade menos machista. E quando passamos a respeitar que sucesso e felicidade têm significados únicos para cada indivíduo. Homens e mulheres podem ser mais felizes e bem sucedidos quando escolhem livremente suas atividades profissionais e seu estilo de vida, sem estarem presos a velhos conceitos e limitações. Nós podemos trabalhar naquilo que desejarmos, inclusive em casa, cuidando dos filhos, por que não? Não vamos apenas mudar o foco do preconceito. Vamos tentar afastá-lo definitivamente. Sei que não é uma tarefa fácil, mas é sempre possível abrir um pouco mais a cabeça e ampliar nossa visão das coisas. Precisamos basear nossas relações no diálogo, no respeito, no espírito de colaboração. Precisamos deixar pra trás a competição, a briga para ser o mais forte, para dominar o outro.  Por isso não me considero feminista. Às vezes eu vejo o feminismo como um machismo às avessas. É como o racismo que o negro tem contra o branco . Não acho que é por aí a saída. Qualquer extremismo vira ignorância e estupidez. A saída é sempre o respeito. Vamos nos respeitar e respeitar ao próximo.  Precisamos reconhecer o nosso valor para que ninguém nos desvalorize. Não se trata de ser melhor ou pior. É uma questão de equilíbrio. Talvez ainda estejamos um pouco distantes de alcançar esse ponto ideal, mas já conquistamos tanto. Significa que somos capazes. E unidas, certamente, podemos mais.

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